sexta-feira, 23 de maio de 2008

SAIBA PORQUÊ OCORRE O ENVELHECIMENTO DA PELE

Ao longo dos anos, a pele, assim como todos os demais órgãos do corpo, sofre alterações e envelhece. Tais alterações levam à perda de elasticidade e luminosidade, surgem rugas e flacidez. Mas não é só o envelhecimento cronológico que faz com que a aparência da pele mude ao longo dos anos. Fatores externos como o estresse, o fumo e, principalmente, a radiação solar, influenciam e aceleram o envelhecimento da pele, fazendo com que o aspecto da pele seja alterado mais cedo, com o surgimento de manchas, casquinhas, asperezas, rugas e outros sinais do envelhecimento precoce.

O envelhecimento natural

Ao longo da vida, a pele passa por diferentes fases. É nela que ficam mais evidentes os efeitos do tempo.

A partir dos 12 anos

Começam a ocorrer alterações hormonais e, consequentemente, pode surgir o acne.

A partir dos 20 anos

Começam a aparecer os primeiros sinais do tempo. Surgem marcas muito finas, principalmente ao redor dos olhos e da boca. Nessa faixa etária, é comum a ocorrência de peles com graus de oleosidade e acne. Nesta fase os tratamentos priorizam a prevenção contra o envelhecimento.

A partir dos 30 anos

Os sinais iniciais do envelhecimento começam a ser notados. Começam a as primeiras rugas. As fibras de e elastina começam a sofrer alterações na produção e regulação, com efeitos prejudiciais em sua qualidade e quantidade. Em razão dessas alterações, começa o processo diminuição da densidade cutânea, com a perda de firmeza e elasticidade, afetando contorno do rosto. A renovação celular e a hidratação natural da pele começam a diminuir. Nesta faixa etária deve-se tratar a pele para estimular suas funções, prevenindo ou diminuindo os efeitos que se acentuarão com o passar do tempo.

A partir dos 45 anos

Os sinais do tempo já são bem visíveis, com linhas de expressão e rugas acentuadas. A alteração na produção das fibras de colágeno e elastina aumenta e as fibras desorganizam-se. A renovação celular torna-se irregular a pele vai perdendo cada vez mais sua hidratação natural.A queda natural na produção de hormônios traz ainda mais prejuízo a todas as funções da pele. Todas essas alterações fazem com que ocorra perda em sua densidade, firmeza e elasticidade.

A partir dos 60 anos

A pele, como um todo, está bem comprometida, com todos seus sinais bem aparentes: as rugas acentuadas, a perda da elasticidade e da firmeza é perceptível e ela se torna muito mais fina, flácida, frágil, desidratada e desprotegida. A renovação celular é bastante deficiente. A contínua diminuição das taxas hormonais impossibilita a recuperação natural da pele. É a fase em que os ativos que combatem os sinais do tempo são mais necessários a sua revitalização.


Prevenção e tratamento

Felizmente, hoje sabemos que podemos adiar os efeitos do tempo, protegendo a pele de seu mais implacável inimigo: o sol. Além disso, os avanços tecnológicos chegaram aos cosméticos, que hoje possuem formulações poderosas, capazes de reduzir com eficiência os sinais da pele envelhecida.

Alimentação

A expressão "você é o que come" é a mais pura expressão da verdade. Uma alimentação saudável e balanceada é fundamental para o bem-estar de todo o corpo, inclusive para a saúde da pele. Uma alimentação equilibrada fornece nutrientes essenciais para o brilho e a vitalidade da pele. Além disso, dietas muito calóricas aumentam a produção de radicais livres, que danificam e oxidam as células, acelerando o envelhecimento.

É importante também ingerir bastante água ao longo do dia e incluir na dieta alimentos ricos em fibras, que facilitam o trânsito intestinal. Pessoas com problemas de prisão-de-ventre costumam apresentar também problemas de pele.

Fonte: Mais que Beleza

DIETA PARA UMA PELE PERFEITA - REJUVENESÇA JÁ!

OPÇÃO 1

ao acordar:
• 2 copos de água ou chá verde sem açúcar ou adoçante

café da manhã:
• omelete feita com 3 claras, 1 gema e 1/2 xíc. (chá) de aveia
• 1 fatia pequena de melão cantalupo ou amarelo
• 1/4 de xíc. (chá) de frutas vermelhas (morango, amora, cereja fresca, framboesa ou uva escura)

almoço:
• 1 filé grande (120 g) de salmão grelhado ou 1 lata (120 g) de atum conservado em água e sal ou sardinha conservada em azeite de oliva
• 2 xíc. (chá) de alface romana, fatias de tomate e pepino temperados com 1 col. (chá) de azeite e gotas de limão
• 1 fatia de melão cantalupo
• 1/4 de xíc. (chá) de frutas vermelhas

lanche da tarde:
• 1 filé pequeno (60 g) de peito de frango cozido apenas com ervas aromáticas, sem sal
• 4 amêndoas sem sal
• 1/2 maçã verde
• 2 copos de água ou chá verde sem açúcar ou adoçante

jantar:
• 1 filé grande (120 g) de salmão grelhado ou 1 lata (120 g) de atum conservado em água e sal ou sardinha conservada em azeite de oliva
• 2 xíc. (chá) de alface romana, rodelas de tomate e pepino temperados com 1 col. de azeite e gotas de limão
• 1 xíc. (chá) de aspargos, brócolis ou espinafre cozidos ou preparados no vapor

ceia:
• 2 fatias (30 g) de peito de peru
• 1/2 maçã verde ou pêra
• 3 amêndoas sem sal
• 2 copos de água ou chá verde sem açúcar ou adoçante

OPCÃO 2

ao acordar:
• 2 copos de água ou chá verde sem açúcar ou adoçante

café da manhã:
• 1 salsicha pequena de peru
• 2 claras e 1 gema poché
• 1/2 xíc. (chá) de aveia levemente tostada
em uma frigideira antiaderente
• 1/2 xíc. (chá) de frutas vermelhas

almoço:
• 1 filé grande (120 g) de frango grelhado, preparado como salada (com ervas à gosto, cebola, alho e azeite)
• 1/2 xíc. (chá) de brócolis no vapor
• 1/2 xíc. (chá) de morango

lanche da tarde:
• 4 fatias (60 g) de peito de peru fatiado
• 4 tomates-cereja
• 4 amêndoas
• 2 copos de água ou chá verde sem açúcar ou adoçante

jantar:
• 2 filés médios (180 g) de pescada branca grelhados
• 1 xíc. (chá) de abóbora cozida e temperada com ervas
• 2 xíc. (chá) de alface romana com 1 xíc. (chá) de ervilhas temperadas com azeite de oliva, alho e suco de limão

ceia:
• 4 fatias (60 g) de peito de peru
• 3 amêndoas sem sal
• 2 fatias finas de melão cantalupo
• 2 copos de água ou chá verde sem açúcar ou adoçante

OPÇÃO 3

ao acordar:
• 2 copos de água ou chá verde sem açúcar ou adoçante

café da manhã:

• 1 filé pequeno (60 g) de salmão grelhado ou defumado
• 1/2 xíc. (chá) de aveia com canela
• 2 col. (chá) de amêndoa picada
• 2 fatias finas de melão cantalupo

almoço:
• 1 filé grande (120 g) de salmão preparado como salada (defumado ou grelhado, cortado em cubos e temperado com suco de limão, azeite de oliva e dill)
• 2 xíc. (chá) de alface romana, rodelas de tomate e pepino
• 1/2 xíc. (chá) de sopa de lentilha

lanche da tarde:
• 4 fatias (60 g) de peito de peru
• 1/2 xíc. (chá) de morango
• 4 castanhas-do-pará
• 2 copos de água ou chá verde sem açúcar ou adoçante

jantar:
• 1 filé grande (120 g) de peito de peru ou de frango assado sem a pele
• 1/2 xíc. (chá) de abobrinha grelhada
• 1/2 xíc. (chá) de salada de soja, lentilha ou feijão, temperada com azeite de oliva e limão

ceia:
• 1 filé pequeno (60 g) de salmão ou bacalhau grelhados
• 3 castanhas-do-pará
• 3 tomates-cereja
• 2 copos de água ou chá verde sem açúcar ou adoçante

Fonte: Revista Boa Forma


terça-feira, 22 de abril de 2008

Dormir bem emagrece

Novas pesquisas científicas garantem que uma boa noite de sono controla a fome e aumenta a sensação de saciedade. Você ainda esbanja beleza, saúde e muita disposição — sem pagar nada!

O sono está no mesmo patamar de importância da alimentação equilibrada e do nocaute ao sedentarismo, hábitos consagradíssimos para manter o ponteiro da balança estável. Isso quer dizer que dormir bem não só ajuda a emagrecer mas também garante melhor qualidade de vida.

Uma pesquisa conduzida no Brasil pelo pneumologista Denis Martinez, fundador da Clínica do Sono, em Porto Alegre, confirma o resultado do estudo americano. “Quem dorme cinco horas ou menos por noite corre três vezes mais risco de se tornar, no futuro, obeso”, afirma.
Fonte: Boa Forma/Abril

Você concorda que dormir bem, melhora nosso condicionamento físico?

Comer Bem para não Estressar

Alimentação saudável combate o estresse.

Contra o grande mal do século XXI, uma receita do tempo das avós das nossas avós: comer bem. Alimentar-se com inteligência é uma das melhores estratégias para nos protegermos das situações de estresse a que somos expostos no dia-a-dia. Pois engana-se quem pensa que só a mente sofre - o corpo também sente a pressão, e muito.

Emocionalmente, cada indivíduo responde ao estresse à sua moda. Entretanto, a maneira como nossos corpos se comportam diante de uma situação estressante é muito semelhante. O estresse dá início a uma série de reações fisiológicas que são capazes de levar a um desequilíbrio interno. E as conseqüências dessa desordem são especialmente sentidas por quem se alimenta de forma desregrada.

É fundamental cuidar da alimentação, comendo de tudo um pouco. "A pessoa sob estresse produz mais adrenalina. Portanto, quem sofre desse mal deve consumir diariamente frutas cítricas, tomate e pimentão, que são ricos em vitamina C - substância necessária para a síntese dessa carga extra de hormônio", ensina a nutricionista.

Também é importante rechear o cardápio com alimentos ricos em vitamina A (fígado, leite, ovos, vegetais folhosos verde-escuros, legumes e frutas amareladas e/ou verde-escuros), zinco (frutos do mar, carnes magras, ovos, cereais, feijão, pão integral), selênio (peixes, frutos do mar, gérmen de trigo, cebola, tomate, brócolis, castanha-do-pará) e vitamina E (óleos vegetais). Esses alimentos são indispensáveis para a saúde de todos, especialmente para a dos estressados, pois são antioxidantes e combatem os radicais livres.

Já as vitaminas do Complexo B, apesar de não terem a mesma propriedade, são igualmente essenciais. Sua carência leva a quadros de irritabilidade, tensão, instabilidade emocional, insônia e dores de cabeça.
Fonte: Xenicare

Vocês Concordam com esta matéria?
Comente e desestresse:

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Cientistas brasileiros criam hambúrguer de caju

Uma pesquisa realizada na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) testou hambúrgueres à base de caju para possibilitar o consumo fora do período de safra e aproveitar o excedente de produção, segundo a Agência Fapesp.

Os hambúrgueres feitos com caju apresentam menores teores de gordura quando comparados a produtos similares à base de soja e de carne, segundo o estudo. Além de ser saudável, o produto foi aprovado no teste de aceitação sensorial.

De acordo com a autora da pesquisa, Janice Ribeiro Lima, um dos objetivos do estudo era sugerir estratégias para estimular a comercialização do caju, uma vez que cerca de 88% da produção é perdida anualmente.

O pedúnculo, que corresponde a 90% do fruto, é desperdiçado devido ao curto período de safra, à reduzida estabilidade pós-colheita e à pequena capacidade de absorção da indústria.

"O hambúrguer pode ser elaborado no período de safra e consumido no restante do ano, quando o caju não está disponível", disse Janice à Agência Fapesp. O estudo foi publicado na Revista Ciência e Agrotecnologia.

As informações são do Terra

Vitaminas não prolongam a vida, sugere revisão da literatura médica

Uso indiscriminado pode até mesmo aumentar a mortalidade em algumas doenças.
Revisão de mais de 60 estudos científicos sobre antioxidantes permitiu a conclusão.


O mercado mundial de suplementos vitamínicos movimenta bilhões de doláres a cada ano. Mas será que os suplementos são eficientes em prolongar a vida de quem os utiliza?

O principal estímulo para a utilização das vitaminas industrializadas vem do fato de que a população, na média, não ingere a quantidade recomendada de frutas e verduras, fontes naturais de vitaminas e sais minerais.

Os cientistas estudaram 67 artigos científicos onde o uso de vitaminas foi comparado a um placebo (substância inócua). Os trabalhos selecionados englobaram grupos de adultos sadios ou portadores de doenças, porém não foram estudadas pesquisas que envolvessem crianças ou mulheres grávidas.

A principal conclusão do trabalho foi que os suplementos vitamínicos não aumentaram a longevidade daqueles que os usaram e que algumas vitaminas como a vitamina A, beta caroteno e Vitamina E, podem até aumentar a mortalidade.

Evidências científicas apóiam o fato de que as deficiências vitamínicas aumentam o risco de certas doenças. Porém, por outro lado, a comprovação da prevenção desses problemas com o uso das mesmas vitaminas não se sustenta.

O mais importante é que busquemos uma dieta equilibrada, com a quantidade adequada de frutas e vegetais, para, aí sim, prevenirmos as deficiências de vitaminas e sais minerais. E esse trabalho deve começar o mais cedo possível, desde a infância.
Fonte: G1 18/04/2008
Pra mim, as vitaminas devem ser sim consumidas, conforme indicação e acompanhamento do medico, quando ha carência no organismo. Você concorda?

Gordura abdominal estimula obesidade, diz estudo

Pesquisa indica que hormônio permite reprodução de células adiposas e acelera processo.

O excesso de gordura na barriga pode estimular a fome e induzir à obesidade, sugere um estudo realizado no Canadá.

Segundo a nova pesquisa, publicada na revista científica da Federation of American Societies of Experimental Biology, a camada de gordura do abdômen produz um hormônio conhecido como neuropeptídeo Y (NPY), que estimula o apetite e é produzido também pelo cérebro.

A ação deste hormônio, por sua vez, estimularia a reprodução das células adiposas, o que acelera a obesidade.

"Esse processo pode se transformar em um ciclo vicioso em que o NPY produzido pelo cérebro faz você comer mais e acumular mais gordura na barriga", diz Yaiping Yang, que liderou o estudo.

"Essa camada gordurosa produz então mais hormônios NPY, o que leva a um aumento no número de células gordurosas."

Obesidade

Estudos anteriores já indicavam que a produção excessiva do hormônio neuropeptídeo Y é um dos principais fatores que leva os obesos a comer mais.

A obesidade, independente do local em que a gordura é acumulada, faz mal à saúde. No entanto, a gordura abdominal é considerada mais perigosa porque aumenta o risco de doenças cardíacas, diabete tipo 2, pressão alta e alguns tipos de câncer.

Segundo Yang, o próximo passo da pesquisa será identificar se o NPY produzido pelo abdômen também é liberado no sistema circulatório, o que poderia afetar as mensagens que o cérebro envia sobre a sensação de fome.

Caso o hormônio possa ser encontrado na corrente sangüínea, o pesquisador afirma que será possível desenvolver um exame simples de sangue para detectar qualquer aumento no nível de NYP.

"Se conseguirmos detectar o NPY cedo e identificar pacientes com risco de obesidade abdominal, podemos fazer um tratamento para impedir a ação do hormônio", afirma Yang.

"Seria muito mais fácil usar medicamentos para prevenir a obesidade do que tratar doenças causadas por ela", conclui.

De acordo com o diretor do Fórum Nacional para Obesidade da Grã-Bretanha, David Haslam, o estudo oferece mais informações sobre os mecanismos complexos que regulam o processo de armazenamento e processamento de gordura.

"Essa é uma das descobertas que, emum futuro próximo, pode levar a um modo de manipular o ciclo vicioso deste hormônio", afirma Haslam. "Não é ficção científica pensar que é possível encontrar um modo de bloquear sua ação."
Fonte: G1 18/04/2008
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